No-code, low-code e sdks: polêmicos mas mão na roda
No-code, low-code e SDK não é preguiça, é escolher onde gastar o time de quem programa e o que deixar pra ferramenta pronta.
Com o Diego (CEO da Rocketseat) e o Vitor Norton (SuperViz). Depois de um jogo adivinhando linguagens esotéricas (Brainfuck, LOLCODE, Malbolge), a conversa defende essas ferramentas como forma de não reinventar a roda e liberar quem programa pro core do negócio. Trata dos riscos: custo que escala de repente, dependência de serviço que pode ser descontinuado (o Airplane comprado e morto pela Airtable), e a maturidade de acompanhar changelog e licença.
Pontos altos:
- O seu sistema como single source of truth: usar o SDK de terceiro pra receber efeito colateral via webhook em vez de deixá-lo comandar o estado.
- 'Design by copy paste': copiar o código de terceiro pra dentro do projeto em vez de instalar a dependência, pra dar manutenção quando fizer sentido.